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Scolari está solidário com a pancadaria no futebol italiano

O seleccionador nacional, Luíz Felipe Scolari, está solidário com o que se está a passar no futebol italiano no que respeita aos índices de violência que têm vindo a aumentar de jogo para jogo. Segundo o seleccionador português “estou muito sentido com o que se está a passar em Itália. Os adeptos não estão a bater uns nos outros, apenas defendem os mininus, os ciganos. Aquilo temos visto na televisão não é violência nem agressões, é apenas defesas aos mininus italianos que são ciganos.” Por isso que Scolari está “solidário com todos os italianos, os clubes de futebol e com os acampamentos de ciganos, pois o que se passa é que toda gente quer defender os mininu que são ciganos. Eu se tivesse lá faria o mesmo.” Por fim o seleccionador de Portugal não quis deixar de dizer que “vou rezar a nossa senhora do Caravaggio para que nunca falte força a todos os italianos para correrem pa caramba e poderem defender o mininu.”

A receita de Platini para acabar com a violência no futebol é aumentar os maus-tratos infantis

O presidente da UEFA, Michel Platini, propôs uma forma para acabar com a violência no futebol, que é cada adepto que entrar no estádio ser acompanhado por uma criança. Desta forma os adeptos em vez de descarregarem a ira nos adversários, vão descarregar sobre as crianças, que são uns alvos muito mais apetecíveis. Segundo Platini “quando houvesse confusão e os adultos tiverem acompanhados por crianças, eles vão pensar duas vezes, uma se batem na criança e outra se atribuem a culpa à criança pelas bocas emitidas ao adversário.” Esta seria também uma forma de aumentar a natalidade, pois como seria obrigatório cada adulto entrar com uma criança nos estádios, os homens teriam que fazer miudos para poder ter o ingresso, aumentaria também os niveis de mortalidade infantil e iria ensinar aos mais novos técnicas de autodefesa e ataque.